A Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) celebrou, na passada semana, 150 anos de história, de valores, de socorro e apoio à humanidade. Foi fundada em 1865 pelo médico-militar José António Marques, sob a designação inicial de “Comissão Provisória de Socorros a Feridos e Doentes em Tempo de Guerra”.

O Notícias de Aguiar falou com Miguel César, responsável pela delegação de Cruz Vermelha de Vila Pouca de Aguiar, sediada na antiga casa dos Magistrados, que falou da missão desta entidade e da sua representatividade no concelho.

É médico dentista e agarrou com sentido de missão este cargo. A atual comissão administrativa tomou posse em 2011, mas desde há mais de 20 anos que a Cruz Vermelha faz parte do dia a dia dos aguiarenses. A missão desta instituição é, na realidade, “acudir casos de carência e ajudar famílias que não têm acesso às necessidades mais básicas”. “Só no âmbito do Programa Comunitário de Ajuda Alimentar a Carenciados (PCAAC) já distribuímos cerca de 200 toneladas de bens alimentares. Temos ainda também uma loja social onde as pessoas podem adquirir roupas, brinquedos, entre outros bens, a um preço acessível”, informou o dirigente.

Esta entidade organiza no concelho, de forma regular, iniciativas, concursos, participação em feiras, eventos solidários, entre outras ações, por forma a reunir associados e contribuições para tornar a sua causa mais solidária.

Neste momento contam com cerca de 200 sócios, que pagam uma módica cota de 12 euros por ano. Ao tornar-se associado pode usufruir de descontos (que vão dos 5 aos 20 por cento) na aquisição de produtos em lojas convencionadas com a Cruz Vermelha. Para além disso beneficiam de mais facilidade no acesso a visitas nos hospitais.

A delegação de Vila Pouca de Aguiar precisa, neste momento, de acordo com Miguel César, “aumentar o número de voluntários”, uma vez que “não é fácil encontrar pessoas com disponibilidade para ser voluntário na Cruz Vermelha”.

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