O Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF) confirmou, após contacto do Notícias de Aguiar, que o concelho de Vila Pouca de Aguiar, “integrado na área de presença regular de lobo, registou prejuízos em explorações pecuárias desde que há registos da presença da espécie”. “Em todo o ano de 2014 foram registadas 300 ocorrências”, resultantes de ataques deste carnívoro no concelho.

Os ataques de lobo a efetivo pecuário, adianta a mesma fonte, “ocorreram durante todo o ano, registando-se ataques a bovinos, caprinos, ovinos, asininos e equinos, podendo também ocorrer em canídeos”. “Relativamente ao número de prejuízos, apresenta-se o número de ocorrências/comunicações, que após vistoria se confirmou ser o lobo o responsável”, no ano de 2014 e para os seguintes concelhos: Alijó (8), Chaves (10), Mondim de Basto (19), Murça (1), Ribeira de Pena (115), Vila Pouca de Aguiar (300), Valpaços (14), Vila Real (130), num total de 597.

Ainda assim, o mesmo instituto informa que, de acordo com todo o conhecimento existente  sobre o comportamento do lobo, “não existe matéria que justifique qualquer receio pela segurança da população”.

Para evitar que este tipo de incidentes se torne mais frequente, o ICNF informa que “a utilização de cães do tipo mastim de montanha, a recolha dos animais durante a noite para espaços fechados, bem como em caso de animais parqueados a utilização de cercas que impeçam a entrada do lobo, têm-se revelado boas práticas na minimização do impacte dos prejuízos causados por esta espécie”.

Notícia completa na edição nº 22, nas bancas

1 COMENTÁRIO

  1. Compra os cães tipo mastim, e depois vendem o gado para alimentar os cães !!!! Inteligência de suíno !

Comentar

Please enter your comment!
Please enter your name here