Construção das barragens vai penalizar clima, recursos naturais e paisagem”, diz Quercus

A Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza vai intensificar, este mês, a luta contra a construção de barragens no Rio Tâmega, investimentos que vão provocar um impacto considerável a nível ambiental, submergindo terrenos agrícolas e casas, mas vai também criar emprego.

Ao todo, serão construídas quatro barragens ao longo do rio, três das quais na região do Alto Tâmega, incluindo a Barragem de Gouvães, na zona do Alvão, em Vila Pouca de Aguiar, e a do Tâmega, próximo de Pensalvos e Parada de Monteiros, que afetará os concelhos de Chaves, Ribeira de Pena, Boticas e Vila Pouca de Aguiar. As três barragens (Gouvães, Tâmega e Daivões) foram concessionadas pelo Estado à Iberdrola, sendo que a quarta (Fridão), próxima de Mondim de Basto, fica a cargo da EDP.

João Branco, dirigente da Quercus, falou em exclusivo ao “Notícias de Aguiar”, referindo que estes empreendimentos não só afastarão o investimento no turismo de natureza, como também terão um impacto considerável ao nível da fauna, flora e clima.

Notícia completa na edição nº 61, nas bancas

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