A pedreira de Gouvães é uma das obras da Iberdrola no que concerne à implementação das barragens, sendo a DST a empresa responsável pela empreitada, cuja instalação está prevista em cerca de 12 milhões de euros. A pedreira será implementada com uma forte componente tecnológica, através de equipamento muito sofisticado e, no pico de exploração, prevê-se que haja cerca de trinta pessoas a laborar no local.

A 19 de outubro, a Iberdrola, representada por Sara Hoya, deu a conhecer à comunidade local do Alvão o projeto da pedreira de Gouvães que foi apresentado por Diana Almeida numa sessão onde estiveram presentes o presidente do Município, Alberto Machado e o autarca da Freguesia, António Guedes. Algumas pessoas que residem no planalto do Alvão abordaram a empresa relativamente aos acessos às propriedades e ficou prevista uma visita conjunta aos locais para viabilizar soluções.

Através da construção das instalações e exploração de filões de granito, a Pedreira de Gouvães vai produzir britas e areais que servirão para produção de betões de barragens do Sistema Eletroprodutor do Tâmega. Os trabalhos iniciais envolvem, sobretudo desmatação, montagem de equipamentos, vedação e melhoria de acessos da estrada nacional 2 à entrada da pedreira. A fase de exploração iniciará em 2017.

Nesse sentido, a Capital do Granito vai receber um novo investimento no concelho de Vila Pouca de Aguiar, do qual é de relevar a superfície da pedreira (cerca de 275 mil metro quadrados), a superfície da área de exploração (133 mil metros quadrados), a superfície da área de instalação (142 mil metros quadrados) e a produção (aproximadamente 2 milhões de toneladas).

Notícia completa na versão impressa.

Edição nº 109

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