A empresa espanhola Iberdrola apresentou oficialmente, na passada quinta-feira, dia 9 de fevereiro, o Sistema Eletroprodutor do Tâmega, um dos maiores projetos hidroelétricos realizados na Europa nos últimos 25 anos, contemplando a construção de três barragens: Gouvães, Alto Tâmega, Daivões.

Em dezembro de 2007, o Governo arrancava com o Programa Nacional de Barragens, no qual estava incluído um lote de uma dezena de projetos que, concessionados por concurso, ampliariam o aproveitamento de energia hídrica no país. No ano seguinte, a espanhola Iberdrola marcaria a sua posição, assegurando quatro dessas novas barragens.

Para garantir a execução desse ambicioso projeto, a empresa pagaria ao Estado, no final de 2008, qualquer coisa como 303 milhões de euros, com o propósito de construir no rio Tâmega um dos maiores complexos hidroelétricos do país. Das quatro centrais (Gouvães, Alto Tâmega, Daivões e Padroselos), uma acabou por ser excluída do projeto, por motivos ambientais.

Em 2014, a Iberdrola firmaria finalmente o contrato de concessão das três barragens do Sistema Eletroprodutor do Tâmega, projetos que, no ano de 2016, começam a sair do papel, com a realização de algumas obras, como acessos, perfurações e movimentações de terras.

Após a conclusão das obras (que se estenderão até 2023), a Iberdrola ficará a explorar as três centrais durante 70 anos.

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Reportagem completa na versão impressa

Edição nº 124

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