Tem cerca de 10 habitantes e é uma das aldeias mais pequenas do concelho. Pertence à recentemente criada União de Freguesias de Pensalvos e Parada de Monteiros e só em 2011 foi possível lá chegar, por estrada de alcatrão, sem ficar encalhado pelo caminho de terra batida.
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Aqui, a luz elétrica chegou apenas em 1994. Até lá, vivia-se como a maioria das aldeias da década de 50 do século ano passado, à luz da candeia. Os que ficaram, resilientes, usufruíram da luz já perto da passagem para o século XXI, numa vivência feliz, sem a urgência dos dias de hoje.
Domingos Rubens vive há décadas nesta aldeia. Aqui nasceu e foi criado. Chegou a estar emigrado em França, para depois regressar, com a mulher e duas filhas ainda pequenas. “Naquele tempo estávamos praticamente isolados, dificilmente saíamos juntos para ir a Vila Pouca ou Ribeira de Pena, por isso comprei uma bicicleta para cada filha e elas lá se entretinham, de um lado para outro”, disse.

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*Notícia completa na edição nº 13, nas bancas

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