A forma como os produtos são apresentados nas montras das lojas, num centro comercial ou num centro histórico, são meio caminho para convidar o cliente a entrar. Está estimado que 51 por cento do que motiva um potencial comprador a visitar uma loja é pelo que vê através da vitrine. Foi com o intuito de ensinar formas inovadoras de trabalhar as montras dos núcleos urbanos que a autarquia, em colaboração com a AECORGO, organizou, na passada sexta-feira, uma formação sobre vitrinismo, pelo professor Frederico Ferreira.

Vitrinismo é uma vertente de “merchandising” e diz respeito a técnicas utilizadas na montagem de vitrines, a fim de obter os melhores resultados possíveis na exibição de produtos. A chave, segundo o formador, “não é encher a montra de produtos, mas exibir o essencial, criando uma atmosfera envolvente que crie harmonia entre a loja e o que vai ser comercializado”.

Ao longo da sessão foram dados exemplos de vitrines bem elaboradoras, criativas, repletas de cor, que não são necessariamente dispendiosas ou difíceis de montar. “As montras mais eficazes, em termos de comunicação, são a mais simples e baratas. Criar formas com papel, cartão, balões de ar, fitas, misturando cores e texturas, é o suficiente para criar impacto”, disse.

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Notícia completa na edição nº 34, nas bancas

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