Uma comitiva de 34 pessoas viajou, na passada quarta-feira, desde Arouca até Vila Pouca de Aguiar para conhecer o projeto de pastoreio inovador, desenvolvido pela Aguiarfloresta, que contribuiu para manutenção de faixas de defesa contra incêndios.

Além da visita ao projeto “Economia da biodiversidade das Serras de Vila Pouca de Aguiar”, os arouquenses visitaram explorações de produtos como a castanha e o cogumelo, assim como formas de os rentabilizar, por exemplo através dos doces e pastéis de Aguiar.

Manuel Rainha, técnico do ICNF e porta-voz da comitiva, referiu que “o fator principal da visita foi mesmo a manutenção da zona florestal através do pastoreio, principalmente no que respeita à resistência aos fogos, mas também as valências associações aos produtos endógenos”, que no caso da castanha e dos cogumelos são comuns em Arouca. “Com esta visita tivemos a oportunidade de verificar que há produtos que são comuns aos dois concelhos, mas que, no nosso caso, ainda não estão a ser valorizados. Arouca não está ainda organizada em termos de transformação e criação de valor associados à criação desses produtos, pelo que achamos muito útil esta visita”, disse.

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Notícia completa na edição nº 33

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