Vila Pouca de Aguiar exige melhoria das redes de comunicação digital

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A Assembleia Municipal de Vila Pouca de Aguiar aprovou por unanimidade uma moção para a melhoria da rede de comunicação digital no concelho em que se exige que sejam feitos “todos os investimentos” e reais esforços pelo Governo e pelos operadores nacionais que garantam o acesso equitativo de munícipes e empresas aos melhores serviços tecnológicos, em condições de qualidade e de forma constante combatendo os fenómenos de litoralização e desertificação.

É preciso, alertam os deputados, corrigir de forma urgente “os constantes problemas” no acesso às redes de comunicação digital, fazendo com que Vila Pouca de Aguiar “não fique à margem da (r)evolução tecnológica” na área das comunicações.

Esta moção vem na sequência de “diversas reclamações” e de não haver qualquer iniciativa para melhoria do serviço prestado. “A cobertura/sinal da rede móvel e o serviço de acesso à internet prestado pelos fornecedores Altice/MEO, NOS e Vodafone são inexistentes e fracos, não se coadunando com os padrões mínimos de qualidade veiculados por aquelas empresas, ficando aquém dos serviços prestados noutras localidades», asseguram.

Esta instituição que representa os aguiarenses lembra que o concelho continua sem estar coberto em quase toda a sua totalidade, com rede móvel, e, onde existe cobertura, a qualidade/intensidade do sinal é muito deficitária, colocando até em causa a segurança e a vida das populações, verificando-se, por outro lado, uma parca cobertura ao nível das infraestruturas de banda larga, como é público e notório.

Face à fraca qualidade e às quebras constantes do fornecimento dos serviços contratados, adiantam, o desagrado da população é diariamente demonstrado; os aguiarenses exigem cobertura total e melhoria dos serviços prestados. Após aprovação da moção (23 de fevereiro), a Assembleia Municipal deu a conhecer, já esta semana, a moção às administrações dos respetivos operadores de telecomunicações, bem como à Presidência da República, a vários ministérios do Governo e à ANACOM – Autoridade Nacional de Comunicações.

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