A estância termal de Pedras Salgadas registou uma diminuição no número de aquistas em 2017, relativamente a 2016, de acordo com o relatório nacional, divulgado recentemente, e elaborado pela Direção-Geral de Energia e Geologia.
O número de inscrições no termalismo clássico – que era a imagem de marca de Pedras Salgadas – foi de apenas 27, uma diminuição de menos 49 inscrições em relação ao ano de 2016. De entre as 41 estâncias termais do país, Pedras Salgadas apenas superou as termas de Carvalhelhos e de Melgaço, praticamente sem termalistas. Vidago teve 52 inscrições.
Em termos de termalismo de bem-estar, o número de inscrições foi francamente melhor, embora registe igualmente uma diminuição. Ao todo, houve 3824 inscrições, menos 267 que em 2016, que são, no entanto, impulsionadas pela estadia nas eco-houses.
Em 2017, em Pedras Salgadas, o total de faturação nas duas vertentes foi de 129.500 euros (a maioria resultante do termalismo de bem-estar), registando uma perde de cerca de cinco mil euros em relação a 2016. Muito longe das Termas de São Pedro do Sul, que totalizaram uma faturação de 4,2 milhões de euros.
De referir que a administração da Super Bock Group, que gere a vertente turística em Pedras Salgadas e Vidago, anunciou prejuízos de cerca de três milhões de euros neste âmbito.





